* Campos obrigatórios. Não envie senhas, tokens, documentos pessoais ou dados bancários.

01 Sobre você e seu negócio
02 O que você tem em mente?
03 Seu site
03 Seu sistema

Enviar por e-mail

O envio não constitui contratação. Escopo, prazo e valores serão discutidos após a análise.

Seu projeto começa pelo contexto

Um briefing é uma apresentação organizada do que você precisa. Ele ajuda a transformar uma ideia inicial em uma conversa que permita avaliar escopo, prioridades e próximos passos. Você não precisa conhecer termos técnicos para preencher o formulário. Descreva seu negócio, a dificuldade que deseja resolver e o que espera que as pessoas consigam fazer com o site ou sistema.

A GírioN recebe pedidos de criação de sites e desenvolvimento de sistemas. Essas frentes têm pontos em comum, mas exigem perguntas diferentes. Um site precisa comunicar uma oferta e orientar o visitante. Um sistema precisa apoiar tarefas, informações e regras de operação. Escolher o tipo de projeto permite concentrar o relato nos aspectos mais relevantes.

Se ainda houver dúvida entre as opções, escolha a mais próxima e explique a incerteza no campo de descrição. A primeira conversa serve justamente para esclarecer o cenário. O envio do briefing não significa contratação, orçamento aprovado nem compromisso com um prazo. Ele fornece informações para que a necessidade possa ser compreendida antes de uma proposta.

Comece pelo que precisa melhorar

Uma descrição útil parte de uma situação concreta. Em vez de pedir apenas um site moderno, explique o que o site atual não consegue apresentar. Em vez de solicitar um sistema completo, conte qual tarefa exige retrabalho ou depende de controles dispersos. O problema ajuda a identificar a prioridade e a evitar uma lista de recursos sem relação clara com o negócio.

Você pode usar um exemplo do cotidiano. Uma pessoa liga para perguntar algo que deveria estar no site? A equipe precisa repetir o mesmo cadastro em lugares diferentes? Um atendimento perde contexto quando passa de uma pessoa para outra? Situações como essas mostram onde o projeto pode concentrar sua atenção.

Também explique o que já funciona e precisa ser preservado. Uma página que recebe contatos, um endereço conhecido pelos clientes ou um fluxo utilizado pela equipe podem ter valor importante. O objetivo não é substituir tudo por padrão. É entender a situação existente e discutir uma solução compatível com as necessidades e os limites do projeto.

Para um site, explique a oferta

A primeira informação sobre um site é o que a empresa oferece. Apresente os serviços ou produtos prioritários e quem costuma procurá-los. Se houver diferenças entre públicos, regiões ou formas de atendimento, descreva essas particularidades. Elas ajudam a organizar páginas, mensagens e caminhos de contato.

Indique também o que o visitante deve conseguir fazer. Pode ser conhecer a empresa, consultar serviços, solicitar orçamento ou enviar uma necessidade. Uma página com muitos objetivos concorrentes pode ficar confusa. Definir uma ação principal não impede apresentar outras informações, mas ajuda a estabelecer a hierarquia do conteúdo.

Se a empresa já possui um site, informe o domínio no campo correspondente. Conte o que deseja melhorar e o que deve permanecer. Alterações de endereço, retirada de páginas e reorganização de conteúdo precisam ser avaliadas com cuidado. O briefing é o lugar adequado para indicar essas restrições antes de qualquer proposta de reformulação.

Páginas e conteúdo que fazem sentido

Você pode listar as páginas que imagina para o site, mas não precisa chegar com um mapa definitivo. Descreva os assuntos que precisam aparecer e as dúvidas que seus clientes costumam ter. A estrutura pode ser discutida a partir dessas informações. Página inicial, serviços, projetos, empresa e contato são possibilidades, não uma receita obrigatória para todo negócio.

Informe quais materiais já existem. Marca, fotografias autorizadas, textos, apresentações e descrições de serviço ajudam a avaliar o trabalho de conteúdo. Não envie arquivos sensíveis pelo formulário. Nesta etapa, basta explicar o que está disponível e o que ainda precisa ser produzido, revisado ou organizado.

Também indique quem poderá validar as informações. Um site precisa representar o que a empresa realmente oferece. A equipe de desenvolvimento pode organizar a comunicação, mas fatos sobre atendimento, condições e especialidades precisam ser confirmados pelo responsável. Essa participação ajuda a reduzir revisões e evita publicar afirmações que não correspondem à operação.

Referências visuais sem copiar outro negócio

Referências ajudam a conversar sobre aparência, mas são mais úteis quando você explica o que chamou sua atenção. Pode ser a legibilidade, a organização das imagens, o contraste ou a forma de apresentar projetos. Colocar apenas um endereço deixa a interpretação aberta; indicar o motivo aproxima a referência da intenção do seu site.

Você também pode dizer o que não combina com a marca. Excesso de animação, cores muito vibrantes, textos pequenos ou aparência excessivamente formal são preferências que influenciam o projeto. Não é necessário dominar design para expressar essas percepções. Uma descrição simples já ajuda a entender a direção desejada.

As referências serão usadas para compreender critérios, não para reproduzir identidade ou conteúdo de outra empresa. O site deve representar seu próprio negócio. Caso exista uma marca com orientações de uso, informe essa condição. A escolha de cores, tipografia e composição precisa respeitar os materiais disponíveis e o objetivo da comunicação.

Para um sistema, descreva o processo atual

Um sistema deve apoiar um trabalho que acontece na prática. Explique como esse processo funciona hoje, do início ao fim. Quem solicita, quem analisa, quem executa e quem confere? Em quais momentos a informação muda de responsável? Essa sequência ajuda a identificar as partes que precisam ser representadas na solução.

Conte quais ferramentas já são utilizadas, como planilhas, formulários ou outros sistemas. Não envie credenciais. O nome da ferramenta e uma explicação de sua função costumam ser suficientes para a primeira avaliação. Se houver limitações conhecidas, indique como elas afetam a rotina e quais alternativas a equipe utiliza atualmente.

Diferencie a situação atual da situação desejada. Às vezes, o processo tem etapas que continuam necessárias, enquanto outras existem apenas porque a ferramenta atual impõe uma dificuldade. Essa distinção permite discutir mudanças com mais clareza. O briefing não exige uma especificação técnica pronta, mas precisa mostrar o percurso do trabalho e a dificuldade principal.

Usuários, responsabilidades e acesso

Informe quais pessoas utilizarão o sistema e o que cada grupo precisa fazer. Atendimento, equipe técnica, administração e cliente podem ter necessidades diferentes. Os nomes dos perfis não precisam estar definidos. O importante é explicar quais informações cada pessoa consulta e quais ações pode realizar.

Também descreva situações em que uma ação depende de aprovação. Um orçamento precisa ser revisado? Um cadastro pode ser alterado por qualquer integrante? Uma informação deve ficar restrita a um grupo? Essas regras ajudam a dimensionar o projeto e evitam que responsabilidades importantes sejam percebidas apenas depois do desenvolvimento.

Use quantidades aproximadas quando ainda não houver números fechados. A quantidade de pessoas, unidades ou registros pode influenciar decisões, mas estimativas identificadas como estimativas são suficientes para iniciar a conversa. Não apresente dados pessoais de usuários. O objetivo é compreender funções e volumes, sem expor informações que não são necessárias para avaliar o escopo.

Funções indispensáveis e evolução futura

Liste o que precisa existir para que a primeira versão tenha utilidade. Uma função indispensável é aquela sem a qual o fluxo principal não pode ser realizado. Recursos desejáveis podem melhorar a experiência, mas talvez possam ser discutidos em uma etapa posterior. Separar essas categorias ajuda a priorizar a avaliação.

Explique cada função pelo resultado esperado. Em vez de pedir um painel completo, diga quais informações precisam ser consultadas e para qual decisão. Em vez de solicitar automação, descreva qual tarefa repetitiva deveria ocorrer e em quais condições. Esse nível de clareza evita diferentes interpretações para a mesma palavra.

Você pode mencionar ideias futuras, desde que elas estejam identificadas como possibilidades. Um projeto pode considerar evolução sem incluir todos os recursos desde o início. Escopo, esforço e dependências precisam ser avaliados. O briefing serve para apresentar a visão, enquanto a definição do que será desenvolvido acontece em uma conversa posterior e documentada.

Integrações precisam de confirmação

Se o projeto precisa conversar com outro sistema, informe qual é e o que deve ser trocado. Consultar um cadastro, receber uma informação e enviar um documento são necessidades distintas. Também indique se você já sabe que existe uma forma oficial de integração, sem enviar chaves ou acessos pelo formulário.

A viabilidade depende de fatores como documentação, permissão de uso e condições do serviço externo. Não é possível confirmar uma integração apenas pelo nome da ferramenta. O levantamento inicial identifica a necessidade; a avaliação técnica esclarece as possibilidades e os limites antes de assumir um compromisso.

Caso a integração seja essencial para o funcionamento, destaque isso na descrição. Dependências importantes precisam aparecer cedo na conversa. Se houver uma alternativa manual utilizada atualmente, explique como funciona. Essa informação ajuda a avaliar transições e evita projetar uma rotina baseada em um recurso externo cuja disponibilidade ainda não foi verificada.

Prazo desejado e condições de lançamento

O campo de prazo é opcional, mas pode oferecer contexto importante. Informe se existe um evento, uma campanha ou uma necessidade operacional associada à data. Dizer por que o prazo importa ajuda a discutir prioridades. Uma data desejada não representa confirmação de entrega antes que o projeto seja avaliado.

Considere também a disponibilidade para fornecer conteúdo e validar etapas. Um desenvolvimento depende de decisões e informações que podem envolver mais de uma pessoa. Se houver períodos em que o responsável não poderá acompanhar, vale indicar essa condição. O planejamento fica mais realista quando considera essas dependências.

Para uma reformulação, explique se o serviço atual precisa continuar disponível durante a mudança. Para um sistema novo, informe se haverá transferência de dados ou treinamento. Essas condições influenciam a preparação da entrega. O briefing não fecha um cronograma, mas ajuda a identificar o que precisa ser discutido para estabelecer um prazo responsável.

Celular, computador e ambiente de uso

Conte onde o projeto será utilizado. Um site público precisa considerar visitantes em dispositivos diferentes. Um sistema interno pode ser usado no escritório, em campo ou nos dois contextos. A forma de uso influencia navegação, preenchimento e apresentação de informações, por isso vale descrever o ambiente real.

Se a conexão costuma ser limitada ou existem equipamentos específicos, mencione isso. Necessidades de uso sem internet, impressão ou recursos do dispositivo precisam de avaliação própria. Não devem ser presumidas a partir da palavra aplicativo. A conversa técnica poderá esclarecer quais alternativas se ajustam ao cenário informado.

Também indique dificuldades de acesso que a equipe já percebe. Campos pequenos, textos pouco legíveis e tarefas que exigem muitos passos são exemplos úteis. O objetivo é compreender como as pessoas interagem com o projeto, sem obrigar você a definir previamente a tecnologia que será usada para atender essa necessidade.

Antes de enviar, revise as informações

Confira se o e-mail foi digitado corretamente, pois ele será utilizado para o retorno. Nome, empresa e cidade ajudam a contextualizar a solicitação. O contato adicional é opcional. Se você prefere determinado canal ou horário, pode mencionar essa preferência, sem interpretar o envio como confirmação automática de atendimento naquele período.

Revise a descrição e retire senhas, tokens, documentos pessoais e dados bancários. O briefing inicial não precisa dessas informações. Se a avaliação avançar e exigir materiais adicionais, a forma de compartilhamento será combinada. Evitar dados sensíveis nesta etapa mantém a conversa concentrada no escopo do projeto.

O formulário utiliza um serviço externo para encaminhar os dados ao e-mail institucional. A política de privacidade explica essa finalidade. Em caso de falha, os campos permanecem preenchidos para que você não perca o relato enquanto a página continua aberta. O e-mail direto está disponível como alternativa para iniciar a conversa.

Depois do briefing

O conteúdo enviado serve como ponto de partida para compreender a demanda. Podem surgir perguntas complementares sobre prioridades, materiais e regras do processo. Isso faz parte do levantamento e ajuda a evitar propostas baseadas em suposições. Quanto mais concreto for o exemplo apresentado, mais fácil será esclarecer os pontos que ainda estão abertos.

Uma resposta positiva do serviço de envio indica que a solicitação foi aceita por ele, mas não estabelece contrato ou aprovação comercial. Escopo, valores, prazos e responsabilidades precisam ser definidos separadamente. Não há orçamento automático calculado por este formulário e não existe promessa de desenvolvimento antes da análise da necessidade.

Se preferir, você pode enviar as mesmas informações diretamente para contato@girion.com.br. Use um assunto que identifique o projeto e organize a mensagem por objetivo, contexto e prioridade. O canal por e-mail também permite explicar uma demanda que não se encaixe perfeitamente nas opções do formulário, mantendo a conversa clara desde o primeiro contato.